Venceu mas não convenceu.

Tricolor de Aço joga pro gasto, mas vence Cuiabá e segue isolado na liderança do grupo A da Série C.

 

Fortaleza, 15/08/2015. O Fortaleza entrou em campo para enfrentar o Cuiabá, oitavo colocado e que vinha de derrota, com apenas um objetivo: Vencer. Uma vitória significaria mais um jogo invicto em casa pelo Campeonato Brasileiro – competição a qual o tricolor não perde em casa desde 11/11/2012, no fatídico jogo contra o Oeste –  e mais uma rodada tranquila com liderança garantida. Objetivo alcançado com êxito, mas não foi tão fácil assim…

O jogo começou morno. As equipes se estudando e o Cuiabá marcando muito forte, visando compensar sua inferioridade técnica frente aos atletas tricolores. Mesmo com os retornos de Tinga – que reestreou após a conquista da medalha de bronze com a Seleção Brasileira nos jogos Pan Americanos –  e do xodó Everton – que não iniciava uma partida como titular desde a final do Campeonato Cearense no dia 03/05 – , o Fortaleza sentia muito a falta de seu camisa 10 Daniel Sobralense. A falta de alguém com um passe mais refinado a seu lado, dificultava muito a vida do centroavante e agora titular Ricardo Jesus, assim o Fortaleza pouco criava, se limitando a assustar em bolas paradas por intermédio de Pio ou do capitão Correa.

E foi justamente em uma bola parada que nasceu o gol único do Tricolor de Aço. Aos 14’, após escanteio cobrado por Pio e cabeçada de Lima, o mesmo Pio se aproveitou da sobra e cruzou rasante para Tinga. Na hora certa e no lugar certo, assim como aos 47’ da final do estadual, o lateral do Tricolor e da Seleção Brasileira só teve o trabalho de empurrar para o gol vazio. Estava aberto o placar.

Depois do gol, o Cuiabá passou a se expor um pouco mais, buscando jogadas no campo de ataque. Cinco minutos após o gol Tricolor, o bom atacante Nino Guerreiro reclamou penalti em disputa com o zagueiro Lima, mas o juiz nada marcou. Pouco tempo depois, o mesmo Nino Guerreiro cabeceou perigosamente contra o gol Tricolor, mas Erivelton colocou para escanteio. Ainda no primeiro tempo, Maranhão quase amplia para o Tricolor de Aço em finalização cruzada que forçou uma bela defesa do arqueiro William Alves.

E veio o segundo tempo com um Cuiabá mais perigoso, chegando bem ao ataque. Logo no segundo minuto , o insistente Nino Guerreiro finalizou na trave. Em outra oportunidade, aos 29, Raphael Luz finalizou de longe e obrigou o jovem arqueiro Erivelton a fazer belíssima defesa. Em uma das poucas subidas, aos 36’, o Fortaleza chegou perto de ampliar com Everton, após lindo passe de Lucio Maranhão que entrou no lugar do apagado Ricardo Jesus. No final, prevaleceu a experiência do Tricolor que mais uma vez jogando pro gasto, conseguiu somar mais 3 pontos e se manter isolado na liderança do grupo.

 

FICHA TÉCNICA:

FORTALEZA 1X0 CUIABÁ, gol de Tinga aos 14’ do 1º tempo.

ARENA CASTELÃO, EM FORTALEZA, 15/08/2015.

PÚBLICO PAGANTE: 12.723

RENDA: r$ 193.007,00

FORTALEZA: Erivelton; Tinga, Lima, Adalberto e Thallyson; Auremir, Correa, Pio (Tiago Azulão) e Éverton; Maranhão (Romarinho) e Ricardo Jesus (Lúcio Maranhão).

Téc: Marcelo Chamusca

 

CUIABÁ: William Alves; Jean, Diego Macedo, Braga e Maninho; Bogé, Serginho, Elanardo (Alex William); Gilsinho, Marcos Aurelio (Raphael Luz) e Nino Guerreiro;

Téc: Ruy Scarpino

Conheçam as Leoninas do Racha

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Oi migos! Hoje nós vamos conhecer um pouco sobre as Leoninas do racha. Um grupo de amigas que além, obvio, de serem torcedoras fanáticas do FEC, jogam muita bola, viu? Com vocês a capitã Bruna.

  Olá, torcida tricolor! Sou Bruna Ponciano, advogada, mais uma escolhida para amar essas três cores e apaixonada por futebol. Estou aqui para falar um pouco sobre mulheres no futebol, mais especificamente mulheres que jogam futebol. Faço parte de um time de futebol amador chamado Leoninas do Racha, que existe desde agosto de 2007.

As Leoninas do Racha nasceram de uma iniciativa da Leonina Yanna Manso que, através da rede social Orkut, reuniu meninas apaixonadas pelo Fortaleza Esporte Clube e que gostam de jogar futebol. Nosso primeiro racha ocorreu com pouco mais de 8 meninas, mas  hoje somos mais de 20 que se reunem todas as quartas-feiras à noite para jogar um futebol com muito charme. Nosso time possui unifome, técnico (Carlos Bonfim), capitã ( no caso eu) e uma equipe que sempre nos apoia incondicionalmente (família, namorados e amigos).

Pode até soar estranho quando se fala em racha de mulher, mas a verdade é que unimos o amor pelo Fortaleza e por jogar futebol e resultou em amigas que defendem o direito da mulher gostar e fazer o que ela bem entende, independente do que falam a respeito por aí. Sim, nós sofremos preconceito na pele!

Não posso deixar de ressaltar nosso apoio e amor incondicional ao Tricolor de Aço, já que esse foi o principal motivo para as Leoninas do Racha existirem. Nós acompanhamos todos os jogos do Fortaleza, quando em casa comparecemos ao estádio, sendo cerca de 10 meninas sócias-torcedoras eou proprietárias. Também já acompanhamos nosso Fortaleza em jogos fora, indo, inclusive, até Macaé para o mata-mata do ano passado.

Nosso amor em comum pelo Leão nos tornou uma família. Nossos encontros não são só para bater uma bolinha ou assistir aos jogos do FEC. Nos reunimos para jogar conversa fora, comemorarmos aniversários, confraternização no final do ano, casamentos, nascimento dos filhos das Leoninas, enfim, nos tornamos amigas do dia a dia. Estamos sempre juntas, nos gramados, nas arquibancadas e na vida.

E como sempre dizemos, a cada encontro, a cada ano que passa, a cada vitória ou derrota nossa ou do FEC: o que o Fortaleza uniu nada separa!

Leoninas do Racha, desde 2007 jogando um futebol com muito charme!

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Só valeu para manter a liderança…

Com fraca exibição, Fortaleza empata com Vila Nova e segue na liderança do Grupo A.

Goiânia, 08/08/2015. O Fortaleza entrou em campo pra enfrentar o Vila Nova, vice líder da competição. Esperava-se um jogo bom e movimentado dos dois lados, por se tratar dos dois melhores times do grupo, mas principalmente no primeiro tempo o panorama foi outro. Um Vila Nova procurando propor jogo e um Tricolor de Aço, sonolento, apenas se defendendo.

Com fraca atuação de seus meias, com menção honrosa para Pio e Dudu Cearense e uma série de desfalques, o Fortaleza cedeu as investidas da equipe colorada, tendo muitas vezes a necessidade de participação efetiva do jovem arqueiro Erivelton, que mais uma vez mostrou-se bastante seguro.

Buscando jogadas pelo lado esquerdo de ataque, em especial devido ao bom primeiro tempo do experiente lateral Marinho Donizete (que já passou por aqui e não deixou saudades) e do atacante Hermínio, bem como alguns chutes de média distância do também experiente volante Robston, o Vila Nova comandou a maioria das ações do primeiro tempo, causando em alguns momentos apreensão na torcida tricolor. As intervenções da qualificada dupla de zaga composta por Lima e Adalberto e do promissor goleiro Erivelton, vez por outra se faziam necessárias.

Porém, mesmo com as dificuldades, foi do Tricolor de Aço a melhor chance do primeiro tempo. Em rápido contra ataque aos 46’, Maranhão passou fácil pelo zagueiro adversário e obrigou o goleiro Édson a fazer excelente defesa. Estava encerrado o primeiro tempo, mas com uma melhor perspectiva para a segunda etapa.

E assim veio o segundo tempo. Observando que Pio não estava bem, Chamusca o sacou dando lugar a Éverton que deu mais qualidade ao meio tricolor, que ainda era deficiente devido a lentidão e inércia do consagrado (e que ainda não mostrou a que veio) Dudu Cearense. O Tricolor até equilibrou as ações em alguns momentos, mas devido as igualmente fracas exibições de Daniel Sobralense e Lucio Maranhão (que também foram sacados para as respectivas entradas de Tiago Azulão e Ricardo Jesus), não conseguia chegar perto do gol.

E foi com uma jogada dos substitutos que o Tricolor de Aço teve sua melhor oportunidade no jogo. Aos 82’, Tiago Azulão ganhou dividida com o goleiro Édson, rolou para Auremir que por sua vez deixou Ricardo Jesus cara a cara com o gol quase que escancarado, porém este falhou, finalizando na trave. Após essa jogada, pouco de relevante aconteceu no jogo e o 0x0 foi inevitável.

Bom para manter o Tricolor de Aço mais uma rodada na liderança, igualmente para segurar um adversário direto na primeira fase, além de mostrar que ainda somos um time com algumas deficiências e que alguns atletas não dispõem de condição técnica ou física para atuar pelo Tricolor de aço. Na próxima rodada, o Fortaleza volta à capital cearense para enfrentar o Cuiabá, no sábado (15) às 16h. Já o time goiano terá mais um jogo em casa, diante do Águia de Marabá.

FICHA TÉCNICA
VILA NOVA 0 X 0 FORTALEZA
ESTÁDIO SERRA DOURADA, EM GOIÂNIA, 08/08/2015, 16:00h.

VILA NOVA: Édson; Marcelo, Igor, Vítor e Marinho Donizete; Francesco, Ramirez, Róbston (C) e Sandrinho (Zotti); Hermínio e Vanílson (Matheus Anderson).
Tec: Márcio Fernandes

FORTALEZA: Erivélton; Auremir, Lima (C), Adalberto e Thallyson; Vinicius Hess, Dudu Cearense, Pio (Éverton) e Maranhão; Daniel Sobralense (Tiago Azulão) e Lúcio Maranhão (Ricardo Jesus).
Téc: Marcelo Chamusca

Vila Nova-GO x Fortaleza – Jogo que vale a liderança!

Um jogo encarado com clima de decisão, esse é o confronto entre Vila Nova e Fortaleza, um jogo onde vale a liderança no grupo A da Série C do campeonato brasileiro. A partida acontece às 16h no estádio Serra Dourada.

Três pontos é o que separa o primeiro do segundo colocado. O Vila Nova recebe o Fortaleza, time que perdeu apenas um jogo no campeonato. A partida é encarada como uma decisão para ambos os times, visto que, o tigre alcança a liderança do grupo caso vença o tricolor por dois gols de diferença. Para o Fortaleza, até um empate cairia muito bem, devido aos desfalques e a força do adversário jogando em casa, o Leão sabe das dificuldades que irá encontrar na partida.

VILA NOVA-GO

Com algumas mudanças no time, o técnico Márcio Fernandes deu alguns indícios do time que começa contra o Fortaleza, o principal problema colorado está na zaga, pois Vinícius Simon está suspenso pelo terceiro cartão amarelo e Gustavo Bastos está machucado. O escolhido para formar dupla com Vítor será Igor. Já no ataque, uma provável mudança, saindo Zotti e entrando Ermínio. Existe também a possibilidade do centroavante Frontini não jogar a partida de hoje, o jogador ainda é dúvida devido a desconforto muscular, ele foi poupado nesta sexta-feira e será reavaliado momentos antes da partida para saber se joga ou não.

A diretoria do Vila espera um público superior a 20 mil pessoas. Mais uma vez a diretoria colorada negociou a partida com um de seus patrocinadores. Foram vendidos 25 mil ingressos de arquibancada, que deverão ser trocados por rifas do clube.

FORTALEZA

Vencer e continuar na liderança, esse é o objetivo do tricolor de aço na partida deste sábado, em confronto entre líder e vice-líder, que põe frente a frente o melhor ataque contra a melhor defesa da competição.

Com 18 gols assinalados em dez jogos, o Fortaleza é atualmente o time que mais balançou as redes adversárias no campeonato. Por outro lado, enfrentará uma equipe que tem a defesa como ponto forte. Nos mesmos dez jogos, o Vila Nova sofreu apenas seis gols. A solidez defensiva se comprova nas partidas mais recentes. Nos últimos cinco jogos, a defesa do Tigre foi vazada apenas uma vez.

“O Vila Nova vive um momento bom na competição, vai jogar em casa e é um clube de tradição. É uma briga pela liderança, um jogo altamente motivante para as duas equipes”, diz o técnico Marcelo Chamusca.

Em relação a partida passada contra o Icasa, o leão terá somente uma modificação no time titular. O volante Corrêa, capitão do time, está suspenso. Dudu Cearense assume o lugar dele. Além dele, o lateral-direito Tinga ainda se recupera de um edema na perna direita e também não viajou. Juntam-se a eles o goleiro Ricardo Berna, que se recupera de fratura no nariz, e o meia Elias, com estiramento muscular na coxa.

ÚLTIMAS PARTIDAS:

VILA NOVA-GO

Cuiabá 1×1 Vila Nova

Vila Nova 3×0 ASA

Salgueiro 0x1 Vila Nova

Vila Nova 2×0 Botafogo-PB

Confiança 0x0 Vila Nova

 

FORTALEZA

Fortaleza 2×0   Icasa

Águia De Marabá 2×2   Fortaleza

Fortaleza 3×0   Botafogo-PB

Confiança 1×0  Fortaleza

Fortaleza 1×0   America-RN

 

ÚLTIMOS CONFRONTOS:

Fortaleza 3X2 Vila  – 2015

Vila Nova 2×1 Fortaleza  – 2009

Fortaleza 2×2 Vila Nova – 2009

Vila Nova 1×0 Fortaleza – 2008

Fortaleza 1×2 Vila Nova – 2008

Fortaleza 3×0 Vila Nova – 2004

Fortaleza 1×0 Vila Nova – 2002

Vila Nova 2×4 Fortaleza – 2008

Vila Nova 3×3 Fortaleza – 2000

 Fortaleza – 4 vitórias

Vila Nova – 3 vitórias

Empates – 2.

 

FICHA TÉCNICA

Vila Nova x Fortaleza

Local: estádio Serra Dourada

Horário: 16 horas

Árbitro: Diego Almeida Real (RS)

Assistentes: Carlos Henrique Selbach (RS) e Márcio Soares Maciel (GO)

Transmissão: http://etricolor.net/tv

VILA NOVA-GO: Edson; Marcelo, Igor, Vítor e Marinho Donizete; Francesco, Ramires, Robston e Moisés; Ermínio e Frontini. Técnico: Márcio Fernandes.

FORTALEZA: Erivelton; Auremir, Lima, Adalberto e Thallyson; Hess, Pio, Dudu Cearense, Daniel Sobralense e Maranhão; Lúcio Maranhão. Técnico: Marcelo Chamusca.

Feminismo no futebol

Pedi para que a Leonina Paula falasse um pouco sobre como ela enxerga o machismo no futebol. A Paula faz parte do movimento feminista e além de ser Leonina e apaixonada pelo FEC ela também é estudante do curso de matemática.

“Olá torcida mais apaixonada do estado. Espero profundamente que você já não tenha torcido o nariz ao ver a palavra feminismo no titulo e me dê à honra da sua leitura até o final. Não estou aqui para falar da superioridade do gênero feminino, pois essa nem é minha bandeira de luta. Só queria que a gente refletisse junto algumas questões.
O fato incontestável é: as mulheres estão invadindo o estádio. Sinto-me até boba de falar isso em pleno 2015, mas a época em que se viam poucas mulheres em dias de jogos, para acompanhar o pai ou o namorado, passou…. A gente vai porque gosta, porque sente prazer e, em muitos casos, porque respiramos Fortaleza Esporte Clube. Por um único e exclusivo motivo: Paixão inexplicável.
Sentimento não é questão de gênero. Assim como meus colegas do sexo masculino, aqui e aculá me pego assistindo os pênaltis do tetra e sentindo a mesma sensação, como se fosse a primeira vez. Assumo que agora também tenho meu amigo Cassiano para me alegrar quando me sinto triste hahahaha. Não consigo explicar o vazio e a tristeza que me ocorreu no fatídico dia 11 de novembro de 2012, mas assim como vocês, não gosto de tocar nesse assunto…
E mesmo depois de um fim de temporada frustrante, no campeonato estadual seguinte, lá estou eu, assim como todas as outras torcedoras, assim como todos os torcedores. A gente fica indignada quando o time tem um milhão de finalizações e não consegue marcar um golzinho sequer. A gente fica com ódio de lateral que não acerta um cruzamento. E tem vontade de matar e morrer quando em uma decisão por pênaltis NINGUÉM acerta a porra do gol.
Enfim, somos mulheres, torcedoras, apaixonadas, como qualquer outro. Mas mesmo assim, na finada comunidade do Orkut (bons tempos hahahaha), nos grupos do whatsapp, na faculdade ou em qualquer outro espaço, quando começa o debate técnico sobre o jogo somos automaticamente excluídas, parece que nossa voz perde o som, a gente é ouvida, mas não é levada muito a sério sabe. Ou então somos presenteadas com a expressão de espanto “ nossa você entende de futebol!”. Porque claro que meu cérebro de mulher é inferior e é raro conseguir entender como funciona um jogo né.
Além do outro caso mais comum, e diga se de passagem, o pior. Quando o debate era sobre o jogo e se torna sobre você. Aí me chega um milhão de perguntas sobre minhas amigas, sobre como é o assédio no estádio, como eu tenho coragem de ir sozinha ao estádZZZzzzZZZZZZZz. Tenho vontade de dizer “Para cara, só quero comentar aqui do jogo em paz, me deixa.”
Então amigos, só vim aqui pedir que vocês fizessem apenas um esforcinho pra desconstruir essa imagem medieval que somos só um corpo de enfeite vendo a bola rolar. A gente tá la vendo o mesmo jogo que vocês, sentindo a mesma alegria e tristeza. Futebol não é o lugar de homem ou mulher, é lugar de APAIXONADOS. E nisso, não deixamos a desejar.

Saudações Tricolores.”

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Bola parada resolve

Prezados, hoje o Fortaleza enfrentou o Icasa na Arena Castelão. O jogo que marcou o encontro do líder do grupo A contra o lanterna terminou com o placar de 2×0. Resultado que poderia ter sido muito maior, não fosse as várias oportunidades de gols desperdiçadas pelo Leão.

O time do Icasa até tentou, mas sua fragilidade era tamanha, que não a toa ocupa a posição de ultimo colocado na tabela. Já o Fortaleza, que dominou todo o jogo, pecou nas finalizações. Sobretudo com Pio e Maranhão, sem o brilhantismo de outrora.

O time do Fortaleza chegou ao ataque na maioria das vezes em jogadas pelas laterais. Principalmente a esquerda, com Thallysson, que vem correspondendo muito bem. Pela direta, Auremir, muito bom na marcação, peca quando sobe ao ataque. Mas foi numa falta por aquele setor que o Leão abriu o placar. O capitão Corrêa bateu na cabeça de Daniel S0bralense, que soube escorar bem o zagueiro e cabecear pro fundo das redes marcando 1×0 no placar.

Veio o segundo tempo e a tônica foi mesma. A maioria das jogadas fluindo pela esquerda e as oportunidades sendo desperdiçadas.  O segundo gol, tal qual o primeiro, saiu de uma cobrança de falta de Corrêa pela direita, que encontrou Lima sozinho na área. 2xo Tricolor.

O jogo ainda teve a entrada de Everton no lugar de Pio, de Ricardo Jesus, que estreou,  no Lugar de Lúcio Maranhão e de Elias no lugar de Daniel Sobralense. Com isso, o time até passou a jogar mais pelo meio e criou mais algumas chances de gol. Mas o placar acabou mesmo em 2×0.

O Fortaleza ainda busca sua formação ideal. Enquanto cada torcedor tem sua onzena preferida, Chamusca segue com suas convicções. O Fato é que mesmo com certas dificuldades, o FEC segue líder absoluto desde o começo da competição.

É nítido que alguns ajustes precisam ser feitos até o tão aguardado mata-mata. Mas se tem uma lição que esse jogo nos ensinou, como muitas outras vezes vimos na temporada, é que bola parada resolve. E o Corrêa é o senhor absoluto dessas bolas.

#ValeuLeão

Fortaleza x Icasa – análise e pré-jogo

Em jogo de opostos, o Leão tem a chance de disparar na liderança. Na tarde deste sábado o Fortaleza recebe o desesperado e lanterna Icasa, na Arena Castelão, o jogo é válido pela décima rodada da série C do campeonato brasileiro.

Fortaleza
Melhor campanha dentre todos os times do campeonato, invicto jogando em casa, o tricolor terá novidades para enfrentar o Icasa. O atacante Ricardo Jesus, último reforço do clube, está pronto para fazer a sua estreia, mas entrando somente no segundo tempo, assim o atacante Lúcio Maranhão segue no time titular ao lado de Maranhão. Outra modificação é na lateral-direita, Tinga que após defender a seleção brasileira durante os jogos Pan-Americanos, no Canadá, voltou ao Fortaleza com cansaço muscular e foi poupado dos últimos treinos do time, com isso o jogador está vetado para a partida. O restante do time deve ser o mesmo que empatou com o Águia de Marabá na rodada passada.

Icasa
Já o time de Juazeiro do Norte vem para o jogo bastante modificado em relação ao último jogo, na segunda-feira (27) foram dispensados nove jogadores, desses quatro eram titulares, deixaram o clube o goleiro Rodolpho, os laterais Edson Pacujá e Lucas, os zagueiros Gabriel Santos e Marcelo Alves, o meia Rafael Mineiro e os atacantes Rael, Tiaguinho e Raí. Chegaram ao clube nessa quarta-feira quatro novos contratados, o técnico Maurílio Silva poderá contar com três deles na partida. O veterano Jadílson, ex-São Paulo e Cruzeiro, o volante Renatinho e o atacante Sandrinho, ambos do Campinense, tiveram seus nomes publicados no BID da CBF e serão titulares. O único que não vai poder jogar é Paulo Musse.

ÚLTIMOS JOGOS:

FORTALEZA
Águia-PA 2×2 FORTALEZA
FORTALEZA 3×0 Botafogo-PB
Confiança-SE 1×0 FORTALEZA
FORTALEZA 1×0 América/RN
Salgueiro 0x1 FORTALEZA

ICASA
ICASA
1×4 Cuiabá-MT
Asa-AL 3×1 ICASA
ICASA 2×0 Águia-PA
BOTAFOGO-PB 2×0 ICASA
ICASA 2×3 Confiança-SE

ÚLTIMOS CONFRONTOS:

Icasa 1×2 Fortaleza
Fortaleza 0x0 Icasa
Icasa 1×2 Fortaleza
Fortaleza 1×0 Icasa
Icasa 2×0 Fortaleza

FICHA TÉCNICA
Fortaleza x Icasa
Local – Arena Castelão – Fortaleza (CE)
Horário – 16:00
Árbitro –  Jose Cleuton de Souza Lima – CE
Assistentes – Samuel Oliveira Costa-CE e Nailton Junior de Sousa Oliveira-CE
Transmissão ao vivo em HD – http://www.etricolor.net/tv

FORTALEZA
Erivelton;
Auremir, Lima, Adalberto e Thallyson;
Corrêa, Vinícius Hess, Pio e Daniel Sobralense;
Maranhão e Lúcio Maranhão.
Técnico: Marcelo Chamusca.

ICASA
Léo;
Gaúcho, Maurício, Victor Sousa e Jadílson;
Guídio, Renatinho, Juninho Silva e Thiaguinho;
Sandrinho e Rodrigo Dantas.
Técnico: Maurílio Silva.

 

 

Fortaleza é punido pelo TJDF-CE

Na tarde desta quinta-feira (30), em julgamento no Pleno do Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol no Ceará (TJDF-CE), o Fortaleza foi punido rigorosamente por conta dos incidentes ocorridos durante a partida da final do estadual esse ano. O Tricolor foi apenado com a perda de 19 jogos com portões fechados e R$ 95 mil de multa. Já o maior rival, mandante do segundo jogo da final, teve a punição reduzida. O Ceará foi punido com 14 mandos de campo e pena pecuniária de R$ 70 mil.

O início da punição poderá ser cumprida na Taça Fares Lopes deste ano, mesmo assim possivelmente o Leão terá que atuar sem a presença de seu torcedor em alguns jogos do Campeonato Cearense de 2016. Segundo o diretor jurídico, Daniel de Paula Pessoa, o clube deve recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

TUF e JGT livres para irem novamente uniformizadas aos estádios

Em audiência na 36ª vara cível no Fórum Clóvis Beviláqua, a juíza Edilce Feijão, proferiu liminar que revoga a decisão anterior de suspensão dos componentes da TUF (Torcida Uniformizada do Fortaleza) e da JGT (Jovem Garra Tricolor) de irem aos estádios uniformizados.

A juíza entendeu que o fato dos componentes estarem proibidos de irem com os trajes das torcidas, não tinha contribuição alguma com a pacificação ou mesmo com a fomentação de alguma violência nos estádios e, através de liminar, revogou a decisão anterior que proibia as torcidas de entrarem uniformizadas nos estádios cearenses.

Com a nova decisão, foi liberado que os torcedores entrem nos estádios novamente com as camisas das Organizadas, faixas e demais adereços personalizados. Porém a proibição dos instrumentos da bateria continua, assim como os mastros de bambu, com base no pedido da Polícia Militar que considera esses instrumentos “perigosos”.

Caberá também a Polícia Militar aferir quais outros materiais poderão ou não entrar nos estádios em dias de jogos. Foi salientado na audiência que camisas da TUF e JGT com alusão aos bairros não serão vistas “com bons olhos” pela PM, visto estes serem subdivisões que fogem da alçada das torcidas organizadas que foram representadas em juízo.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 24 de setembro, onde as torcidas tentarão mais uma vez a liberação por completo de todos seus materiais, sem restrições, bem como, estarão presentes representantes dos clubes e da Arena Castelão, para ser feita a proposta da setorização das torcidas nos estádios.

Os componentes das duas maiores organizadas do Fortaleza, estavam proibidos de irem ao estádio uniformizados desde 2013, portanto, dois anos fora dos estádios.

Setorização da TUF nos estádios: uma solução possível.

Olá galera!

Nessa volta do site eTricolor, gostaria de falar sobre um assunto que causa muita polêmica no seio de toda a família tricolor: torcida organizada. Sou sociólogo, mas também sou membro (sob o número 2015, desde o ano de 1998) do Grêmio Recreativo Esportivo e Social Leões da TUF, a nossa TUF. Gostaria de fazer aqui uma reflexão sobre torcida organizada na nossa capital de um modo geral. Falar também sobre soluções possíveis e exequíveis para melhorarmos a convivência entre “torcedores organizados” e “torcedores comuns”, pelo menos dentro das praças esportivas.

Há tempos os torcedores organizados são tratados de forma discriminatória pelas autoridades policiais. Virou comum ver nos noticiários em dias seguintes aos jogos, cenas da Polícia Militar, praticamente “tangendo” torcedores organizados como se fossem bichos, sob cacetadas, tapas, tiros de bala de borracha, bombas de efeito moral e até gás lacrimogêneo. E o pior disso tudo é que há uma clara naturalização na sociedade perante esse tratamento (muito por influência da mídia sensacionalista, que generaliza e chama diariamente de “bandidos”, todos os membros indiscriminadamente), como se o torcedor organizado fosse mesmo um criminoso ou um cidadão de segunda classe.

O artigo 5º da nossa Constituição – em seus diversos parágrafos e artigos – nos garante, enquanto cidadãos, igualdade de tratamento perante a todos. Mas esse artigo é claramente desrespeitado em dias de jogos nesta capital. Tiram o direito ao transporte público, fazem os componentes irem a pé, sob tortura física e psicológica. Durante todo o trajeto é claro o abuso de autoridade policial, bem como, são ceifados direitos mais básicos, que enquanto cidadãos brasileiros, o torcedor organizado também merece.

Somos todos sabedores que esse tratamento medieval que é dispensado pela Polícia Militar, não é “do nada” (mas mesmo assim não deixa de ser inconstitucional e remonta tempos sombrios e sem democracia). Alguns componentes infiltrados da nossa torcida organizada (e aqui me refiro somente aos Leões da TUF), realmente promovem cenas lamentáveis de baderna, vandalismo e até furtos. Porém, devemos deixar claro que essas pessoas que cometem esses delitos é quem devem ser punidas, elas e somente elas e não todo um grupo. Se um bairro X ou Y se desloca com 100 (cem pessoas) para o estádio, e desses, tem 10 (dez) que estão cometendo crimes, que esses sejam identificados e punidos. Os outros 90 (noventa), não possuem qualquer parcela de culpa e não merecem ser tratados como se fossem bichos.

Não podemos esquecer também, que as torcidas organizadas são Instituições brasileiras e portanto formada por cidadãos brasileiros e que as mazelas que todo nosso povo sofre também atinge os torcedores organizados, óbvio, pois os mesmos não estão apartados da sociedade.

Desta forma, queremos deixar claro que punir as torcidas não irá fazer com que esses jovens que fazem pequenos delitos em dias de jogos tenham acesso à educação pública básica de qualidade, saúde pública de qualidade e também não irá fazer com que chegue saneamento nas portas de suas casas. Se esses jovens não se sentem parte da sociedade e demonstram sua rebeldia quando estão em grupos, descontando nessa mesma sociedade a revolta pela injustiça social que sofrem, esta culpa NÃO é das torcidas organizadas. Querer punir as entidades (torcidas organizadas) pela violência de uma parcela específica da população que é tratada com desprezo pelo estado desde o nascimento até a morte (geralmente bem jovem)  é uma clara terceirização das responsabilidades, um populismo barato para o grande público, falta total de compreensão sociológica da realidade social brasileira e o que é pior é apenas varrer o verdadeiro problema para debaixo do tapete e culpabilizar entidades que também estão à mercê do descaso público no país.

O GRES Leões da TUF, na face de sua atual diretoria, a qual conheço e confio, deseja atuar de uma forma que apenas os verdadeiros torcedores organizados cerrem nas fileiras de quem usa a camisa branca com as duas listras.

O que seriam os verdadeiros torcedores organizados? São aqueles que fazem questão de estar no dia a dia fazendo da entidade maior no sentido amplo da palavra, ajudam a manter sede organizada e em absoluta concórdia, aqueles que deixam seus afazeres pessoais para pintar faixas e bandeiras de apoio ao nosso clube, que compartilham da ideologia de amar o Fortaleza Esporte Clube e segui-lo por onde quer que ele esteja, que vá ao estádio com o único intuito de apoiar e incentivar nosso time em campo os 90 minutos de jogo e, para além disso, cobrar também nossa diretoria do clube, para que sempre estejamos bem representados regionalmente e nacionalmente. Enfim, ser torcedor organizado é isso. Os que não entendem isso e usam as camisas com as duas listras para outros fins, não são pessoas bem vindas no seio da TUF.

Assim sendo, os Leões da TUF certamente representado pelos seus diretores atuais e com a concordância de seus membros verdadeiros, dão o total apoio às autoridades para identificar e punir dentro do que diz a Lei, esses indivíduos minoritários – e somente eles – que trafegam ocasionalmente na torcida nos dias de jogos, que promovem baderna e denigrem ainda mais a imagem da entidade.

Dito isto e tentando achar uma fórmula para solucionar o problema do vandalismo dentro dos estádios (sim, pois fora dele acredito que o problema seja social e portanto de total responsabilidade da segurança pública), seria importante que apenas os verdadeiros torcedores organizados, filiados ao GRES Leões da TUF e reconhecidos coletivamente, possam estar no local que já tradicionalmente a TUF ocupa tanto na Arena Castelão, como no estádio Presidente Vargas.

Como fazer isso? Diretores e lideranças da TUF em geral, compreendem de que para empreender melhor fiscalização e organização com os seus componentes, seria que fizessem uma setorização do local tradicional no estádio.

Vamos pontuar e deixar bem claro o porquê dessa setorização da TUF ser importante para uma melhor segurança de todos que fazem e zelam pela paz e cidadania nas praças esportivas públicas do nosso estado:

Porque destinar e setorizar um espaço para o GRES Leões da TUF?

  • Com um setor específico para todos os torcedores organizados (a TUF é a principal e mais numerosa torcida organizada do estado, falamos aqui de cerca de sete à dez mil pessoas se reunindo em nome dessa entidade em um dia de jogo com o Castelão lotado), a Polícia Militar, bem como todos os órgãos de controle, teriam apenas um local específico para se ocupar com os componentes ou seja, apenas um setor, para “vigiar” e, se necessário, punir.
  • O Fortaleza Esporte Clube, a Federação Cearense de Futebol a Arena Castelão e o estádio Presidente Vargas saberiam exatamente a quem cobrar em caso de danos específicos no local em que nossa Torcida Organizada ocupou durante o jogo, visto que as câmeras poderiam identificar melhor as pessoas que ocupassem apenas esse setor, sem ter que “vagar” na imensidão do estádio todo.
  • Diretores e responsáveis pelo GRES Leões da TUF, saberiam exatamente onde os componentes estariam e não admitiriam que os mesmos ocupassem outro setor, que não fosse o pré-determinado. Ou seja: casos ocorridos em outros setores não seriam mais atribuídos à entidade de forma gratuita e sem provas, como ocorre hoje.
  • A festa e a vibração da TUF setorizada e demarcada enquanto “local de torcer à vontade” poderia ser um ímpeto maior de incentivo ao nosso Fortaleza, promovendo um maior espetáculo para todos e incentivo à cultura do futebol, marca do povo brasileiro. Chega de proibir as festas.

 

Como seria esse setor específico que a TUF ocuparia?

 

  • O ideal seria que esse espaço (onde tradicionalmente a TUF fica localizada que é sempre atrás do gol localizado à direita das cabines de rádio) fosse isolado por grades, em todos os setores (ou portões) onde a TUF ocupa. Experiências assim foram feitas no estado de São Paulo (estádio do Morumbi, especificamente), do Rio Grande do Sul (Arena do Grêmio) e em países como a Alemanha, Argentina e Itália. O resultado é que aquele setor fica reservado realmente para quem vai no intuito incentivar o time do início ao fim. Estes, ficam em uma área diferente de quem vai apenas para assistir ao jogo sentado e compenetrado. Devemos ter a sensibilidade que são diversos os públicos que frequentam os estádios. Respeitar quem quer assistir sentado e ouvindo o jogo no rádio, mas também dar direito para quem quer torcer em pé, pulando, cantando e incentivando o jogo todo. Que as bandeiras parem de “atrapalhar” quem quer “apenas” assistir ao jogo. Separar esses públicos é fundamental para a satisfação total de todos que vão ao estádio.
  • Seria preponderante também que nesse setor específico, fossem retiradas todas as cadeiras, pois a torcida organizada tem em suas manifestações de arquibancada e forma de torcer, o ímpeto de se movimentar e pular o tempo inteiro. As cadeiras além de atrapalhar essa forma de incentivar o time em campo, ainda estariam expostas e poderiam ser facilmente quebradas ou, pior, causar ferimentos aos torcedores em movimentos de ir de um lado para o outro em ritmo de música, por exemplo.

 

Como a TUF entraria nesse setor?

 

  • Os ingressos para esse setor específico seriam vendidos somente para os componentes da TUF e teriam numerações e marcações diferenciadas. Caberia ao GRES Leões da TUF ter o controle total das vendas, prestação de contas com o Clube e que só adquirisse esse ingresso o integrante cadastrado, associado e em dia com a entidade. Assim a diretoria do GRES Leões da TUF saberia exatamente quem comprou os ingressos destinados ao seu setor e poderia informar às autoridades exatamente quem é quem no caso de algum tumulto e facilmente identificar o infrator. Assim, a punição recairia sobre o cidadão exato que cometeu o ato infracional e ninguém mais.
  • As catracas e entradas também seriam diferenciadas dos outros setores do estádio e o acesso, bem como o espaço (onde fica o corredor com banheiros e lanchonetes) que levam às escadarias de acesso à arquibancada, seriam isoladas do resto do estádio, também por grades. Desta forma, também o local abaixo das arquibancadas seria mais fácil de se fazer a segurança e ter a certeza que todos ali estão identificados desde a venda dos ingressos. Nos outros estados que existe a setorização das torcidas organizadas, esse isolamento na parte inferior das arquibancadas também ocorre.

 

Acredito que a setorização do espaço destinado à TUF seja algo que, inclusive, seja de interesse do Fortaleza Esporte Clube, pois o mesmo sempre tem que arcar com os possíveis prejuízos dentro do estádio.

Vejo como uma solução simples e totalmente exequível. O estádio que deve se adaptar ao público e não o público ao estádio, pois esse público que frequenta o estádio, agora moderno, já o frequentava antes e o “padrão FIFA” não chegou para a imensa maioria da população do nosso estado nos diversos serviços públicos que o cidadão passa até chegar no estádio.

 

Saudações Tricolores e até a próxima.