A saga do ingresso – e haja longas filas!


Pici lotado, principalmente para os mortais que sonham com um simples ingresso de meia-entrada para a decisão da série C, entre Fortaleza e CSA, sábado, 14/10. Às vezes lembro-me dos anos de série A, 2005, quando intermináveis filas em busca da sagrada meia se formavam nos poucos pontos de venda.

Essa lembrança se dá principalmente, porque, após 12 anos, ainda usamos um sistema arcaico de venda de ingressos, que não valoriza a tecnologia da internet ou a velocidade das mudanças. Serão ainda 3 dias de lamentações, de filas, mas uma verdade: entraremos em nosso centenário como agremiação desportiva sem atingir a desejada evolução no tratamento ao torcedor, como cliente que deve ser.

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Certo que a moda hoje é sócio-torcedor, eu mesmo sou sócio-proprietário desde 2004, mas é bom se perceber que nem todos têm poder aquisitivo suficiente para pagar mensalidades por anos a fio, que parcela da torcida é formada por jovens, que estão começando sua vida profissional ou talhando o futuro em bancos de escolas ou universidades. É preciso pensar além, criar novos métodos de aquisição de ingressos, aderir à modernidade, sob pena de desestimular nossos jovens como futuros torcedores!

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